O objetivo Legalize.eu “Europe Legal”

A plataforma de internet real “Legalize.eu” ou “Legalisieren.eu” criou um site onde um usuário pode chegar rapidamente e facilmente as todas as páginas principais legalização europeias que será entregue à sua própria língua. Outra característica importante é que o usuário tem direito sobre a casa insights sobre eventos atuais e notícias de seu país.

legal_logoEle funciona através de uma ferramenta de país-admin está disponível após o login, os respectivos administradores podem inserir seus eventos e notícias de lá. Além disso, é o Administradores possíveis para se comunicar uns com os outros países, portanto, queremos promover mais cooperação!
As páginas obter países europeus jeweilligen, então para além da ligação com “Legalize.eu” um subdomínio sob as quais devem ser alcançados.
(Por exemplo, a Áustria recebe o subdomínio “Austria.Legalize.eu” e na Alemanha “Germany.Legalize.eu”)

Assim, o objetivo é criar uma página de fácil acesso (Search Engine Friendly) para todos os usuários europeus de maconha para promover em primeiro lugar uma melhor articulação entre as associações legalização maiores para criar para os outros, mas também para uma página em que um rápido consumidor preocupado assistência em assuntos jurídicos, questões relacionadas com cânhamo, sua origem, e muitas outras questões em aberto, recebe.
Além disso, essas páginas legais ligação para clubes, associações, grupos de amigos e patrocinadores em seus países!

Nós somos legais são um grupo de pacientes e consumidores, bem como ativistas da cena do cannabis que fizeram seu objetivo de finalmente promover ou executar uma rede à escala europeia, como a legalização subsequente.

 


A campanha europeia “LEGAL”

A campanha “Legal” consiste num documentário emocionante, que inclui 60 minutos de duração, reconhecimento, entrevistas e informações de celebridades sobre”a legalização da cannabis sativa para adultos”.

O conteúdo será entrevistas de rua, declarações de políticos, médicos e outras personalidades importantes. Além disso, o conteúdo inclui os benefícios de cannabis na medicina, na indústria e para o ambiente.

O documentário, é na verdade filmado em alemão, mas usa como cenário a Europa, e uma tradução em inglês, legendas em espanhol, francês e português.

A coisa mais importante neste filme é provavelmente a integração, relacionamento com uma petição à escala europeia.

O objetivo do documentário e é promover a compreensão e a crença nos grupos que tornam a legalização da cannabis na Europa possível. Em segundo lugar, com o filme muitas pessoas são encorajadas a petições, bem como participar em votações em Bruxelas, para que possam ser apresentados posteriormente recolhido para cumprir o objetivo de legalização.


Procura-se Parceiro Official no Facebook

Precipitei-me ao abrir uma pagina de fb para a legalização da cannabis em portugal. Mas fiz-los pq ja há uns meses que ando a montar um site para a legalização em ligação com homólogos grupos europeus.
O site ainda está verde mas criei a tal page fb para depois enviar do site para lá. Ora,

Faz mais sentido eu reenviar para algum grupo ou página que ja tenha mais movimento. Podia ser esta vossa.

Podiam tornar o site que criamos oficial na vossa pagina e nos encaminhávamos do site para aqui.

 

Procuram-se patrocínio do Facebook!


Decreto-Lei n.º 15/93

Decreto-Lei n.º 15/93

Até 2000, para além da Cannabis ser considerada ilegal, o seu consumo era considerado crime. O consumo foi finalmente descriminalizado em Portugal através da Lei n.º 30/2000 que “define o regime jurídico aplicável ao consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas, bem como a protecção sanitária e social das pessoas que consomem tais substâncias sem prescrição médica”.


PCP e maioria não deixam passar proposta do BE

A maioria parlamentar e o PCP criticaram nesta quarta-feira a legalização do cultivo de cannabis proposta pelo BE, alegando que o projecto não está fundamentado e que nada demonstra que a medida leve à diminuição do tráfico.

“Não existe nenhuma prova científica que demonstre que a legalização do cultivo de cannabis conduziria à diminuição do tráfico. Poderíamos mesmo vir a ter uma situação em que o aumento do consumo, expectável como consequência da legalização, potenciaria o crescimento de um mercado paralelo”, afirmou a deputada comunista Paula Santos.

No debate da proposta do BE em plenário, a parlamentar do PCP considerou que a sua aprovação “seria a liberalização do comércio da cannabis e a expansão do consumo e venda”.

“O objectivo da salvaguarda da saúde e segurança dos portugueses é absolutamente inatingível neste quadro”, advogou Paula Santos.

Do lado da maioria PSD/CDS-PP também surgiram críticas ao projecto de lei dos bloquistas, com a social-democrata Laura Esperança a afirmar que o diploma não “está fundamentado minimamente” e “não inclui qualquer reflexão científica”.

A deputada do PSD referiu que o consumo desta substância está ligado a pessoas com “piores qualificações, mau comportamento e mau rendimento escolar”.

“O consumo continuado [de cannabis] pode levar ao abuso e à dependência e está a subir o número de pessoas que assumem que o consumo de canábis é um problema nas suas vidas”, disse.

Já o centrista Telmo Correia acusou o BE de apresentar uma proposta que “assenta em pressupostos não correspondem à realidade”.

“[Esta proposta] não resolve o combate ao tráfico e aos países que exploram o tráfico, somos e seremos contra porque em relação a uma substância psicotrópica a total despenalização pode constituir um estímulo ao consumo”, sustentou.

O deputado do CDS disse ainda que é pouco “rigorosa do ponto de vista médico” a ideia de que “esta substância é relativamente inofensiva” ou que é “equiparável ao tabaco”: “Isso não está de maneira nenhuma demonstrado”.

A bancada do PS, através da deputada Elza Pais, assumiu uma posição mais moderada em relação à proposta, mas advertiu que esta “só fará sentido associada a uma estratégia de prevenção, que leve as pessoas a não querer consumir mesmo quando o podem fazer”.

A socialista manifestou reservas quanto à ideia de se criarem ainda clubes sociais para consumo de ´marijuana’ e referiu que o projecto do BE “não explorou a utilização da cannabis para fins terapêuticos”.

“Não temos nada contra a inovação, se formos prudentes na assunção dos riscos”, disse.

Na apresentação da proposta, a deputada do BE Helena Pinto advogou que “dez anos depois da descriminalização do consumo é tempo de Portugal voltar a dar o exemplo nas políticas de combate à toxicodependência” e de “combater o tráfico”.

“Hoje a a legislação permite a posse de uma determinada quantidade, no entanto se essa pessoa cultivar a planta com o mesmo objectivo é considerada traficante. Esta contradição ajuda ao mercado ilegal e ao lucro dos traficantes. Não falamos de uma substância inócua, mas os riscos para a saúde pública serão iguais ou até menores, em alguns casos, do que o tabaco e o álcool”, declarou.

 

Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/maioria-e-pcp-contra-proposta-do-be-para-legalizacao-do-cultivo-de-cannabis-1593788

Por: Rui Gaudêncio


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